terça-feira, 19 de julho de 2011

Profissões e profissionais do fututo

Com os incentivos do governo o ingresso no ensino superior tem-se tornado mais fácil. Um bom exemplo disso é o ProUni, que possibilita a entrada de estudantes de baixa renda familiar em faculdades particulares. A consequência disso? A cada ano cresce o número de profissionais com o chamado terceiro grau.


Não é apenas o número de profissionais que tem aumentado: a quantidade deles também. Assim, torna-se difícil saber quais profissões estão em alta no mercado de trabalho do Brasil; mais difícil, ainda, é saber as que estão em baixa.


Há uma certa confusão quando se trata de profissões em alta, pois podem haver dois entendimentos: em primeiro lugar, as profissões que mais bem remuneram seus profissionais; em segundo, as quem mais procuram por eles.


Os profissionais da área da saúde certamente conseguirão emprego, pois há uma demanda enorme deles, principalmente nas cidades do interior. Os salários podem variar muito, dependendo do local e da cidade em que trabalha.


Se a intenção é uma excelente remuneração, profissionais da Tecnologia da Informação (TI), além de engenheiros - principalmente civis, de energia e de petróleo, e turismólogos, devido à Copa do Mundo e às Olimpíadas que serão sediadas, em breve, no Brasil, são excelentes escolhas.


Os profissionais das ciências sociais não ligadas à produção, como jornalistas, geógrafos, assistentes sociais, sociólogos, entre outros, podem encontrar dificuldades na hora de ingressar no mercado de trabalho.


No vídeo, a seguir, exibido em abril de 2010, no Jornal Hoje, há uma relação das profissões que estão em alta de acordo com as regiões brasileiras.



Vale ressaltar, entretanto, que dizer que uma profissão está em baixa não significa que você não será bem-sucedido em sua carreira: tente se destacar em qualquer área. Direcione sua preocupação em ser um profissional do futuro.


Fonte: O GloboFundação Cajuína