"Enfim, depois de anos de vida, decidi assumir. Só meu melhor amigo sabe. Ele diz, aliás, para eu não me importar com o que os outros irão dizer, mas isso é inevitável: penso todos os dias na reação da minha família. Sempre senti-me um tanto covarde, mas mas há certas coisas que devem ser contadas. Ah, mãe, desculpa se não correspondi às suas expectativas. Sei que sempre pensou que eu gostasse de uma coisa; gosto, porém, de outra completamente diferente. Meu pai convidando-me para jogar futebol e eu sempre recusando. Nunca podia sair com ele. Desculpe se te deixei chateado -sempre dizia que não tinha tempo. Estava sempre estudando, estudando, estudando. Queria, na verdade, estar com outras pessoas (mais experientes, se é que me entende). A cada dia me sinto pior. Sinto-me como se tivesse enganado a toda minha família durante todos esses anos. Já imagino os comentários. Aquela tia distante que nunca falava comigo, questionando a mim e aos meus pais como se tivesse convivido comigo durante anos: 'mas logo ele, quem poderia imaginar?'. Vovó, aos seus muitos anos de sabedoria e conservadorismo, argumentando que mudar assim era errado. Havia sido de uma maneira a vida inteira; como mudar uma opção de uma hora pra outra? Covardia. Mas não me sinto mais assim, como um fraco. Meus amigos (ah, o que seria de mim sem o meu grande amigo, amigo íntimo?), minha família -até mesmo os que sequer me ligam para parabenizar-me no dia... Que dia mesmo? Nem sabem. Sabem, ou acham que sabem, que não posso mudar, assumir um gosto diferente- precisam saber. Nem que seja de forma escrita, assim, sutilmente: decidi não cursar medicina, e ponto final."
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
É esperar para ver
Pouco mais de dois anos para um dos maiores eventos mundiais, a Copa do Mundo de 2014, e, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, pouco foi feito até agora. Os planos (Projetos do Município de Porto Alegre para a Copa de 2014) são muitos, tais como duplicação de importantes avenidas, aeromóvel, Portais da Cidade, reformas em estádios etc, mas as realizações, poucas.
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| Estádio Beira-Rio em reformas |
Quando o anúncio das 12 cidades-sede foi feito -e já era de se esperar a seleção de Porto Alegre-, sabia-se que a capital dos gaúchos teria muitos desafios. E é o que se comprova hoje. O estádio do Internacional, o Beira-Rio, por exemplo, está com suas obras atrasadas há meses, por conta de "mal-entendimentos" entre o clube e a construtora Andrade Gutierrez, a qual se comprometeria a arcar com apenas 20% do valor da reforma. Porém, quem sai perdendo não é a construtora ou o clube, deixando de lucrar com a venda de ingressos para as partidas, mas sim os turistas, trabalhadores da rede hoteleira e de restaurantes, pois, sem o espaço para que os jogos de futebol ocorram, não há jogos na Capital e, consequentemente, não há um grande número de visitantes à nossa cidade.
A avenida Bernardino Silveira Pastoriza, zona norte da cidade, está entre as áreas escolhidas para a implementação do Plano Cicloviário, realizando as reformas necessárias em toda a via. Para quem trafega por ali de bicicleta, diariamente, é um desafio. Além da imprudência dos motoristas de carros, uma das maiores dificuldades são os ônibus, que, muitas vezes, "fecham" a passagem dos ciclistas.
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| Avenida Bernardino Silveira Pastoriza, Rubem Berta, zona norte da capital |
E como não há turista que passe 24 horas dentro de um estádio de futebol, passar pelos 490 quilômetros de ciclovias de Porto Alegre seria a melhor opção. Seria, se toda distância já estivesse disponível até lá. Até o ano da Copa, deverão estar prontos cerca de 40 quilômetros, com um custo estimado de 10 milhões de reais. Os 490 quilômetros devem ficar prontos, apenas, em 13 anos.
As ciclovias, no entanto, não devem, assim como qualquer outro projeto da Copa, ser elaboradas apenas para os turistas: nesses quase mil dias que antecedem o evento, há mais de um milhão de moradores na décima maior capital do Brasil que precisam de melhorias na cidade.
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| Exemplo de BRT (Bus Rapid Transit). |
Por último, não menos ou mais importante do que qualquer outro projeto, um dos que mais me chamam a atenção -e tanto chama que me permito fazer uso da primeira pessoa- é o Portais da Cidade, no qual seria investido uma quantia de cerca de 430 milhões de reais. A ideia é simples: funcionaria por meio de BRT's, os "Bus Rapid Transit", Protásio Alves, Cairu e Bento Gonçalves. Para isso, seriam construídas novas paradas de ônibus centrais, além da implantação de pavimentação de concretos e terminais.
O que se vê, no entanto, não é qualquer resquício de um começo de obras nesses pontos da cidade. Muito pelo contrário, vê-se, cada vez mais, paradas de ônibus sujas e depredadas, como as da avenida Sertório, que foram completamente esquecidas pela Prefeitura de Porto Alegre.
O que se vê, no entanto, não é qualquer resquício de um começo de obras nesses pontos da cidade. Muito pelo contrário, vê-se, cada vez mais, paradas de ônibus sujas e depredadas, como as da avenida Sertório, que foram completamente esquecidas pela Prefeitura de Porto Alegre.
É esperar para ver.
domingo, 18 de setembro de 2011
Ecologicamente correto (e barato)
Para atividades como lavar a louça, o uso de um sabão em barra ou líquido é indispensável. O preço médio deles, de marcas conhecidas, nos supermercados, é de três reais. Mas e se, em vez de você comprar esses produtos, passasse a produzi-los? E o melhor: ecologicamente corretos.
Contando como ingrediente principal com o óleo de cozinha usado, o sabão é bem simples de ser feito e tem um bom rendimento. Para aqueles que grosseiramente têm o hábito de despejar o óleo no ralo da pia da cozinha, não há mais por que fazê-lo, visto que acarreta diversos problemas, como o entupimento dos canos pelos quais a água passa.
A receita é simples:
- 4 l de óleo de cozinha usado;
- 3 l de água fria;
- 1 kg de soda cáustica de boa qualidade (96 ou 99%)
- 400 ml de amaciante;
- Embalagens de leite longa-vida lavadas e abertas nas laterais;
- 1 cabo de vassoura para mexer;
- Luvas;
- Balde plástico grande.
Modo de preparo:
- Coloque a água fria no balde, acrescente a soda cáustica e mexa bem com o cabo da vassoura até diluir. Atenção: cuidado ao manusear a soda cáustica, pois ela é tóxica e sua temperatura aumentará muito devido à reação química.
- Adicione, aos poucos, o óleo, mexendo continuamente por dez minutos.
- Adicione o amaciante e continue mexendo.
- Despeje o sabão, o conteúdo já mexido do balde, nas formas, podendo utilizar caixinhas de leite ou potes de margarina.
- Deixe descansar por doze horas.
- Desmolde o sabão e corte em quatro partes, sempre utilizando luvas.
- Mantenha-o guardado na sombra, em lugar ventilado e seco. Espere dez dias para utilizar o sabão.
Um pacote comum de sabão em barra contém, em média, cinco deles. Logo, pagando aproximadamente três reais, cada um sai por sessenta centavos. A unidade do sabão ecológico custa, no entanto, cerca de 50% menos: aproximadamente trinta centavos.
Se você mora sozinho ou não utiliza tanto sabão, basta reduzir pela metade a quantidade dos ingredientes, o que renderá 16 barras de sabão.
Assim como fazer seu próprio sabão de cozinha, é possível economizar sem grandes sacrifícios: você pode ajudar o Planeta apenas mudando seus hábitos.
FONTE
Professora de Química Doutora Isabel C.F. Damin, 20 de agosto de 2011, IV OFIBOSCO, Faculdade Dom Bosco Porto Alegre
sábado, 17 de setembro de 2011
A Legalidade

No último dia 23 de agosto ocorreu na Assembleia Legislativa de Porto Alegre, no Teatro Dante Barone, o Painel da Legalidade. A fim de discutir o que foi a Legalidade e quais as conseqüências desse fato que marcou a história do Brasil e do Rio Grande do Sul, estiveram presentes o Secretário da Educação José Clóvis de Azevedo, o ex-radialista Lauro Hagemann e o advogado e político Sereno Chaise. Além destes debatedores compareceram os adolescentes aprendizes da instituição Acompar (Ação Comunitária Paroquial) Andreimar Beneti, Bruno Araújo, Fabíola Antunes, Juliano Zarembski, Max Arruda e as educadoras de Linguagem, Januária Rodrigues, e de Básico, Fernanda Padilha.
A Legalidade foi um movimento, uma luta a favor do cumprimento da Constituição de 1946 que dizia que, caso o presidente da república não pudesse exercer suas funções, deveria assumir o vice-presidente eleito (naquela época, presidente e vice-presidente eram votados separadamente). Em 1961, renunciou o então presidente, Jânio Quadros, alegando pressões de “forças ocultas”. No entanto, o vice-presidente João Goulart, que estava em visita à China Comunista, não pôde assumir, fazendo-o, então, o presidente da Câmara de Deputados, Ranieri Mazzili. As Forças Armadas, que eram contra a posse de “Jango”, como era conhecido, tentaram impedir sua posse, mas ele contava com o apoio de Leonel Brizola e Mauro Borges (governadores do Rio Grande do Sul e Goiás, respectivamente). Após perceber que a renúncia de Jânio era irreversível, Brizola passou a defender a legalidade da posse de João Goulart.
O rádio teve papel fundamental no sucesso da Legalidade. As conhecidas emissoras Farroupilha e Gaúcha foram fechadas por decreto nacional. Logo, a também conhecida Guaíba tornou-se a rádio oficial do Movimento. Brizola passou, então, a fazer pronunciamentos transmitidos a todo o País, chamando a população a protestar a favor de Jango. E as Forças Armadas que primeiramente não apoiavam a Legalidade dividiram-se, e o poderoso Terceiro Exército passou a apoiar Brizola. Aos 7 de setembro de 1961, João Goulart finalmente assume a presidência da república.
Esse movimento representou acima de tudo a vontade da população, o cumprimento e o respeito à democracia e à constituição. As pessoas sentiram-se presentes nas decisões políticas do seu país, construindo, ativamente, a História do Brasil. A vitória de João Goulart disse não à opressão das forças militarese e sim à soberania popular, que havia votado em Jango para a vice-presidência.
FONTE
Kaplan, Gilberto. Livro de História / Gilbrto Kaplan. – Porto Alegre : Alegre Poa, 2007
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terça-feira, 19 de julho de 2011
Profissões e profissionais do fututo
Com os incentivos do governo o ingresso no ensino superior tem-se tornado mais fácil. Um bom exemplo disso é o ProUni, que possibilita a entrada de estudantes de baixa renda familiar em faculdades particulares. A consequência disso? A cada ano cresce o número de profissionais com o chamado terceiro grau.
Não é apenas o número de profissionais que tem aumentado: a quantidade deles também. Assim, torna-se difícil saber quais profissões estão em alta no mercado de trabalho do Brasil; mais difícil, ainda, é saber as que estão em baixa.
Há uma certa confusão quando se trata de profissões em alta, pois podem haver dois entendimentos: em primeiro lugar, as profissões que mais bem remuneram seus profissionais; em segundo, as quem mais procuram por eles.
Os profissionais da área da saúde certamente conseguirão emprego, pois há uma demanda enorme deles, principalmente nas cidades do interior. Os salários podem variar muito, dependendo do local e da cidade em que trabalha.
Se a intenção é uma excelente remuneração, profissionais da Tecnologia da Informação (TI), além de engenheiros - principalmente civis, de energia e de petróleo, e turismólogos, devido à Copa do Mundo e às Olimpíadas que serão sediadas, em breve, no Brasil, são excelentes escolhas.
Os profissionais das ciências sociais não ligadas à produção, como jornalistas, geógrafos, assistentes sociais, sociólogos, entre outros, podem encontrar dificuldades na hora de ingressar no mercado de trabalho.
Fonte: O Globo, Fundação Cajuína
Não é apenas o número de profissionais que tem aumentado: a quantidade deles também. Assim, torna-se difícil saber quais profissões estão em alta no mercado de trabalho do Brasil; mais difícil, ainda, é saber as que estão em baixa.
Há uma certa confusão quando se trata de profissões em alta, pois podem haver dois entendimentos: em primeiro lugar, as profissões que mais bem remuneram seus profissionais; em segundo, as quem mais procuram por eles.
Os profissionais da área da saúde certamente conseguirão emprego, pois há uma demanda enorme deles, principalmente nas cidades do interior. Os salários podem variar muito, dependendo do local e da cidade em que trabalha.
Se a intenção é uma excelente remuneração, profissionais da Tecnologia da Informação (TI), além de engenheiros - principalmente civis, de energia e de petróleo, e turismólogos, devido à Copa do Mundo e às Olimpíadas que serão sediadas, em breve, no Brasil, são excelentes escolhas.
Os profissionais das ciências sociais não ligadas à produção, como jornalistas, geógrafos, assistentes sociais, sociólogos, entre outros, podem encontrar dificuldades na hora de ingressar no mercado de trabalho.
No vídeo, a seguir, exibido em abril de 2010, no Jornal Hoje, há uma relação das profissões que estão em alta de acordo com as regiões brasileiras.
Vale ressaltar, entretanto, que dizer que uma profissão está em baixa não significa que você não será bem-sucedido em sua carreira: tente se destacar em qualquer área. Direcione sua preocupação em ser um profissional do futuro.
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terça-feira, 28 de junho de 2011
Achado não é roubado (ou é?)
Criticar os políticos brasileiros tem estado no dia a dia de um a cada um brasileiro. Roubam, roubam e não são punidos: abdicam de seus cargos para que não sejam cassados. Estão ocupando tais cargos, no entanto, porque nós os colocamos lá -e não porque escolhemos, pois, muitas vezes, de fato, não escolhemos, apenas votamos porque somos obrigados por lei. Estão lá porque não faz parte da cultura brasileira o gosto pela política; a discussão do que trará benefícios a ela.
Mensalão, caixa dois, dinheiro na cueca, casos com os quais, com certeza, qualquer um espanta-se e revolta-se, ainda se questionam "como podem fazer isto com o nosso dinheiro?". E não lhes tiro a razão. Realmente, como podem? Mas tudo isso vem de uma profunda falta de valores, de uma vontade de obter vantagem sobre os outros.

Quando se trata do típico ditado do malandro brasileiro - achado não é roubado; quem perdeu é relaxado - então, há muita discussão. "Sou honesto: trabalho, pago minhas contas em dia, não roubo ninguém!". O mínimo esperado de um cidadão. No entanto, encontrar um celular, uma carteira com documentos ou qualquer outro objeto com uma possível identificação de dono, quando não devolvido, não é um simples achado. Ok, diretamente, não é roubo. Mas o que pesa na decisão de devolver ou não são os valores de quem achou, a capacidade de colocar-se no lugar de quem perdeu e que, com certeza, iria querer o objeto de volta.
Mas, talvez, seja algo utópico pedir isso. Talvez conseguir algo sem ter que pagar por isso seja a melhor opção. Talvez, a honestidade, no sentido mais literal da palavra, não seja o mais importante. Que pena.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
Oremos!
Em uma casa que parece não ter fim e com um "coração sem limites" que aceita todos que lá estão, Rafinha Bastos, junto com seus amigos, canta e desencanta.
Usando as palavras de um comentário feito por xtremeurbans no YouTube, o refrão é infinito. Mas vale a pena assistir, é superengraçado. Confere aí!
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domingo, 22 de maio de 2011
We know that he really, really loves you...
O amor pela internet pode dar certo: é o que mostra o rapaz que pede Diana em casamento. Confere aí!
Nem tudo está perdido
Todos sabem que no Brasil uma das maiores portas para a fama, a exposição, é a Rede Globo. Todos sabem, também, que exposição demais cansa. Pois os programas de "humor" da maior emissora de TV do País não poderiam fugir à regra: estão-se tornando cada vez mais cansativos.

Com a proposta de fazer a família brasileira rir nas noites de sábado, o humorístico "Zorra Total" invade a nossa (ou a de quem ainda o assiste) televisão. Pode-se dizer que um ou outro quadro arranca um sorriso escondido, mas quando são novos. Entretanto, semana após semana, eles se repetem, e repetem, e repetem. Uma das grandes apostas do programa foi a excelente atriz e comediante Katiuscia Canoro, que interpreta a quase socialite Lady Kate. Não questiona-se o talento da atriz que, de tão evidente, criou a personagem. Porém, o quadro tornou-se cansativo. "To paganu". "To paganu". "To paganu"...
Com" Os Trapalhões" ria-se o tempo todo (segundo minha mãe). O grupo foi-se desfazendo; morreram alguns. Renato Aragão permaneceu na Globo. Dedé Santana, não. Surgiu, entre outros, A Turma do Didi -quando era criança, divertia-me muito. Mas os roteiros não mudam: Didi Mocó faz sempre as mesmas piadas, as mesmas brincadeiras: sempre assusta algum colega de trabalho nos bastidores com um extintor de incêndio. Agora há As Aventuras do Didi. No meu tempo, aventura eram os filmes do Jackie Chan.
Mas nem tudo está perdido. Em 2011 ótimos programas surgiram. Exemplos disso são "Tapas & Beijos", "Macho Man" e "Divã". E bons programas permaneceram, como "A Grande Família", que cria, a cada episódio, diferentes situações nas quais quase toda família brasileira se identifica.
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terça-feira, 17 de maio de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
Estresse'Lular
Com o perdão do trocadilho no título,
Os aparelhos celulares estão cada vez mais descartáveis, mais obsoletos. Quebram facilmente quando caem no chão, seus teclados têm uma durabilidade pequena, displays “apagam” de repente etc. Fazendo um apanhado geral pela internet, percebi que a marca Sony Ericsson vem apresentando um elevado índice de reclamações, inclusive minhas, pois já me estressei bastante com o meu celular.
Os aparelhos celulares estão cada vez mais descartáveis, mais obsoletos. Quebram facilmente quando caem no chão, seus teclados têm uma durabilidade pequena, displays “apagam” de repente etc. Fazendo um apanhado geral pela internet, percebi que a marca Sony Ericsson vem apresentando um elevado índice de reclamações, inclusive minhas, pois já me estressei bastante com o meu celular.No dia em que o comprei, quando cheguei em casa fui logo mexer para descobrir todas as funções daquele celular que parecia ser a compra do ano: em vez de pagar 899 reais, paguei, apenas, 289. Todo esse desconto porque a sua cor era o vermelho. Mas logo vi que o barato saíra caro. Pouco tempo de “diversão” e o visor estragou. Troquei por outro. Meses depois, lá estava eu, novamente, na assistência técnica. Problemas com o teclado. Consertado. Levei-o novamente – já nem me lembro o motivo, mas, certamente, um que uma marca boa não apresentaria. Arrumado, ufa.
Agora, depois de um bom tempo sem levá-lo ao médico, ele sofre de mais uma doença: está sobrecarregado. Hã? Calma, uma mera metáfora. Na verdade, os aparelhos da Sony Ericsson apresentam uma única entrada para três funções: cabo USB, carregador e fone de ouvido. Utilizo-os muito. Assim, esta área ficou frouxa, já não prende mais o plugue do cabo que está se conectando ao celular.
Sendo assim, em meio a tantas outras marcas neste mercado de telefonia móvel, recomendo outras marcas. Com certeza, as visitas ao médico se reduzirão, além de conservar seus cabelos, já que o estresse diminuirá.
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domingo, 8 de maio de 2011
Pequenas ações
Embora a regra seja não pichar e rabiscar muros, regras sempre têm exceções. E essa foi uma exceção bem sucedida.
Sendo assim, fica a dica: não jogue lixo no chão. E se vir alguém jogando, advirta-o.
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Mãe
Como pode caber em uma palavra tão pequena um significado tão grande?
Amor!
Como pode caber um uma palavra tão pequena um significado tão grande?
Não copiei e colei essas frases acima: prestei-me a digitar tudo outra vez.
Pra começar, a partir do momento que nascemos, nossas mãe têm um trabalho interminável. O único momento fácil foi o de fazer-nos. Ela está sempre conosco, desde os primeiros dias de vida. Suas maiores preocupações são sempre em relação a nós. Nosso desempenho escolar, nosso entrosamento com os colegas. Crescemos, e continuam a se preocupar conosco. "Aonde vão? Com quem?" Até que chega a faculdade, casamento. Ah, como gostam, e choram com tais eventos. "Valeu a pena cada noite que eu fiquei sem dormir: agora meu filho está encaminhado!" É sempre assim. Mas há algo que duplica, triplica o amor da mãe: um neto. No neto ela vê uma continuação nossa; divide uma amor, "gera" mais amor dentro de um coração que parecia não ter mais para onde transbordar o amor que já havia dentro dele. Uma criança para ela fazer tudo aquilo que fazia conosco.
É sempre assim; e se manterá assim, para o bem de todos, pois precisamos de amor, cada dia mais. E a única fonte de amor -que não é um recurso natural finito, como o petróleo- são as nossas mães!
Feliz dia das mães!
sábado, 7 de maio de 2011
Dois lados da deficiência mental
É comum pessoas, não cidadãos, que não são deficientes estacionarem em vagas para deficientes físicos, como aconteceu em Novo Hamburgo, em que um empresário, pai de uma garota cadeirante, inconformado com o desrespeito abordou o motorista para expressar sua indignação.
Na imagem ao lado, muito sugestiva, aliás, sem qualquer ofensa aos próprios deficientes mentais, nada mais se pode pensar a respeito desse motorista, vulgarmente falando, além de que deva ter algum "problema na cabeça."
Analise a imagem e reflita.
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terça-feira, 3 de maio de 2011
Preço justo, já!
É só sairmos de casa para perceber que tudo está caro, ou, pelo menos, muito mais caro do que nos Estados Unidos, por exemplo. A gasolina, no dia em que não são cobrados os seus impostos, faz formarem-se longas filas de automóveis ao redor dos postos. Aparelhos eletro-eletrônicos integram a lista de bens de consumo caríssimos do nosso País.
Dia desses, entrando no Shopping Lindoia, na zona norte de Porto Alegre, vi um pequeno cartaz de uma loja, que dizia: "Oferta de calças; a partir de R$ 89,90." Pensei comigo, "Oi? Não entendi direito! No meu tempo ía-se na Renner ou na C&A e se achava tal roupa por R$ 49,90, em média. E o que faz com que essa calça, assim como qualquer objeto, seja vendido por um valor muito além do que o bolso de muitos pode pagar, são as altas taxas e impostos, com o perdão da redundância, impostos sobre ele.
Assim, Felipe Neto, um dos mais populares vlogueiros brasileiros, postou na internet um vídeo de protesto. E lançou uma campanha. Qual? Assista ao vídeo e faça parte!
http://www.precojustoja.com.br
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domingo, 1 de maio de 2011
Estalar os dedos
Lendo um dos blogs que considero estar entre os meus favoritos, o Blog do Oscar Filho, encontrei um post que, logo que li, pensei em mim: tenho a mania, para muitos, insuportável, de estralar os dedos o tempo todo.
Curte aí!
"Sempre tive uma mania incontrolável: estralar os dedos. Desde menino! Ah, aquele barulho que faziam meus dedos quando eram estralados...
Na sexta série até organizei um concurso de primeiro, segundo e terceiro lugar para quem melhor fizesse isso. Eu mesmo ganhei! Podem chamar de obsessão, mas, fato, é que não vivo se não estralar meus dedos. Vivia...
Minha professora de educação física não recomendava porque as juntas dos dedos poderiam engrossar, mas não conseguia seguir suas recomendações!
Até que no primeiro colegial o cosmos encarregou-se de colocar a Claudia na minha vida. Moça linda! Começamos a namorar e logo ela descobriu em mim um hábito que ela não suportava: estralar os dedos!
Tentei de tudo para parar. Anotei na agenda, amarrei fitinhas nos dedos para me lembrar, li livros de auto-ajuda... Desespero! Foi então que ela sugeriu que eu fosse ao médico. Fui e ele recomendou:
- Pare de estralar os dedos!
A crise no namoro aumentava! Ela já falava em termino caso eu não decidisse: Ou eu ou meus dedos! Que golpe baixo e vil!
Entrei numa intensa busca pessoal. Fiz de tudo: tai-chi, meditações, urinoterapia. Nada surtia resultado.
Até que um dia em minha casa, acordando, fui até o banheiro, vi meu reflexo no espelho e indaguei para a minha imagem refletida:
- Quem é você? Quem sou eu?? Quem somos nós???
E estralei os dedos. Nervoso, lavei o rosto e, ao passar as mãos por ele, tive a mais majestosa das idéias: DECEPAR OS DEDOS.
Sim! Me foi óbvia a ideia de cortar o mal pela raiz. Corri até o porão, estralei os dedos e, com uma machadinha, cortei todos. Não satisfeito e, com uma certa dificuldade, cortei também as mãos. Não pergunte como.
No momento bateu uma tristeza, pois nunca mais poderia tocar piano. Apesar de nunca ter tocado, mesmo assim era um sonho.
Claudia e eu nos casamos. Foi um pouco chata a situação dela, na frente de todos, colocando a aliança no que seria o dedo anelar do meu pé... Felicidade total! Tivemos filhos...
Até que, dois anos depois, um sentimento de solidão começou a me corroer e uma vontade crescia dentro de mim: queria voltar a sentir o saboroso gostinho do ato de estralar os meus dedos.
Foi então que descobri que poderia fazer isso com os dedos dos pés! Ah, que felicidade... Mas durou pouco tempo, pois minha esposa, mais do que imediatamente, ameaçou-me pedindo o divórcio.
Não titubeei muito e, com a mesma machadinha de outrora, "tchau tchau" dedos dos pés. Todos os onze. Eu tinha polidactilia. Mas foram apenas os dedos, afinal precisava andar.
Hoje completam cinco anos do acontecido. Posso dizer que tudo está quase bem. Estou praticamente curado. Falta apenas eu cumprir os 18 anos de reclusão restantes...
Numa noite, enquanto dormia, num ataque incontrolável, decepei os dedos de Claudia... Mas quando sair da prisão, sei que ela vai me perdoar por ter feito isso com ela. E com meus filhos também!"
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terça-feira, 26 de abril de 2011
Da ingenuidade infanltil ao preconceito adulto.
Por pura ingenuidade, Bruna Carvalho, uma das novas atrizes do SBT, arrancou rizadas de quem assistiu ao Top Five do CQC nesta última segunda-feira. Com muita espontaneidade, a jovem surpreendeu ao responder a uma pergunta de Sílvio Santos no Jogo das 3 Pistas.
Entretanto, a ingenuidade dessa menina em nada se parece com o preconceito racial explícito de uma universitária que dá golpes com cheques falsos justifica, de maneira racista, o porquê de ter fugido do segurança, e complementa, diz que fugiu por causa da "situação do Brasil."
Além desses dois em destaque, confira os outros três vídeos mais interessantes da semana.
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sexta-feira, 22 de abril de 2011
Impactante.
Em uma época na qual falar, simplesmente, não é necessário para que os habitantes desse nosso planeta limitado de recursos naturais conscientizem-se, mostro-lhes um vídeo que fala por si. Sem textos ou pessoas dialogando sobre Aquecimento Global, o impacto da situação torna-se ainda maior.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Sem pausas nas atividades

Recentemente, o Núcleo IV da ACOMPAR, em projeto elaborado pelos Adolescentes Aprendizes, conseguiu patrocínio da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) no valor de, aproximadamente, 15 mil reais para a compra de um nobreak e de um ar-condicionado, além de toda a reforma da estrutura elétrica do Núcleo.
Sem precisar raciocinar muito, é fácil deduzir que quando utilizamos vários eletroeletrônicos ao mesmo tempo pode haver uma sobrecarga elétrica, isto é, pouco energia para uma demanda muito grande. É o que acontece com os computadores do núcleo IV da Ação Comunitária Paroquial (ACOMPAR): muitos aprendizes utilizando várias máquinas ao mesmo tempo. Além disso, outro fator determinante para a falta de energia são os constantes "gatos" na rede elétrica da região.
Mas como manter as atividades sem retirar qualquer adolescente dos computadores?
Com nobreaks (palavra inglesa, que significa "sem pausas, sem quebras"), que é similar ao conhecido estabilizador. Nele, há baterias que são carregadas enquanto estão plugadas na tomada. Com isso, quando há queda de energia elétrica, ele utiliza esta energia armazenada para poder manter a máquina ligada, por até trinta minutos.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
A "camisinha" das enchentes
Não quer contrair o vírus HIV? Previna-se: use camisinha. Para não pegar dengue, previna-se: tampe caixas d’água, coloque areia nos vasos de flores, mantenha garrafas viradas para baixo, etc.. Assim como nestes exemplos citados, para evitar muitas dores de cabeça a prevenção ainda é o melhor remédio, superando o tão conhecido Paracetamol.
Essa semana mais um desastre natural tomou conta de uma das regiões do Brasil. O sudeste, principalmente o estado do Rio de Janeiro, foi surpreendido por grandes desmoronamentos de terra. Na região serrana do Estado, nos municípios de Areal, São José do Vale do Rio Preto, Petrópolis, Teresópolis, Sumidoro, já foram encontrados mais de seiscentos mortos até o momento. Muito poderia ter sido evitado. Há pouco mais de dois anos algumas cidades de Santa Catarina passaram pela mesma situação, o que deveria ter servido de lição para as autoridades brasileiras.
Um dos fatores que levaram a esse desastre foi o crescimento acelerado da construção civil –além, é claro, da falta de prevenção–, principalmente nos anos de 2009 e 2010, por causa da impermeabilização do solo, isto é, quando chove, a água não é absorvida pelo solo, pois o concreto não permite que o faça. Assim, com a contribuição de esgotos entupidos, seja pela falta de educação dos cidadãos, seja pelo descaso das autoridades, a água da chuva não tem para onde escoar e acaba inundando ruas, avenidas e casas.
Mas que atitudes esperar das autoridades políticas brasileiras a respeito de qualquer coisa que realmente faça bem ao nosso país se suas atividades só começam a ser executadas em fevereiro? Prevenção? Pff, não, deixe para que eles se preocupem com o aumento estrondoso em seus salários. Depois não adianta chorar pelo leite derramado, ou melhor, pela água derramada.
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