segunda-feira, 30 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
Oremos!
Em uma casa que parece não ter fim e com um "coração sem limites" que aceita todos que lá estão, Rafinha Bastos, junto com seus amigos, canta e desencanta.
Usando as palavras de um comentário feito por xtremeurbans no YouTube, o refrão é infinito. Mas vale a pena assistir, é superengraçado. Confere aí!
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domingo, 22 de maio de 2011
We know that he really, really loves you...
O amor pela internet pode dar certo: é o que mostra o rapaz que pede Diana em casamento. Confere aí!
Nem tudo está perdido
Todos sabem que no Brasil uma das maiores portas para a fama, a exposição, é a Rede Globo. Todos sabem, também, que exposição demais cansa. Pois os programas de "humor" da maior emissora de TV do País não poderiam fugir à regra: estão-se tornando cada vez mais cansativos.

Com a proposta de fazer a família brasileira rir nas noites de sábado, o humorístico "Zorra Total" invade a nossa (ou a de quem ainda o assiste) televisão. Pode-se dizer que um ou outro quadro arranca um sorriso escondido, mas quando são novos. Entretanto, semana após semana, eles se repetem, e repetem, e repetem. Uma das grandes apostas do programa foi a excelente atriz e comediante Katiuscia Canoro, que interpreta a quase socialite Lady Kate. Não questiona-se o talento da atriz que, de tão evidente, criou a personagem. Porém, o quadro tornou-se cansativo. "To paganu". "To paganu". "To paganu"...
Com" Os Trapalhões" ria-se o tempo todo (segundo minha mãe). O grupo foi-se desfazendo; morreram alguns. Renato Aragão permaneceu na Globo. Dedé Santana, não. Surgiu, entre outros, A Turma do Didi -quando era criança, divertia-me muito. Mas os roteiros não mudam: Didi Mocó faz sempre as mesmas piadas, as mesmas brincadeiras: sempre assusta algum colega de trabalho nos bastidores com um extintor de incêndio. Agora há As Aventuras do Didi. No meu tempo, aventura eram os filmes do Jackie Chan.
Mas nem tudo está perdido. Em 2011 ótimos programas surgiram. Exemplos disso são "Tapas & Beijos", "Macho Man" e "Divã". E bons programas permaneceram, como "A Grande Família", que cria, a cada episódio, diferentes situações nas quais quase toda família brasileira se identifica.
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terça-feira, 17 de maio de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
Estresse'Lular
Com o perdão do trocadilho no título,
Os aparelhos celulares estão cada vez mais descartáveis, mais obsoletos. Quebram facilmente quando caem no chão, seus teclados têm uma durabilidade pequena, displays “apagam” de repente etc. Fazendo um apanhado geral pela internet, percebi que a marca Sony Ericsson vem apresentando um elevado índice de reclamações, inclusive minhas, pois já me estressei bastante com o meu celular.
Os aparelhos celulares estão cada vez mais descartáveis, mais obsoletos. Quebram facilmente quando caem no chão, seus teclados têm uma durabilidade pequena, displays “apagam” de repente etc. Fazendo um apanhado geral pela internet, percebi que a marca Sony Ericsson vem apresentando um elevado índice de reclamações, inclusive minhas, pois já me estressei bastante com o meu celular.No dia em que o comprei, quando cheguei em casa fui logo mexer para descobrir todas as funções daquele celular que parecia ser a compra do ano: em vez de pagar 899 reais, paguei, apenas, 289. Todo esse desconto porque a sua cor era o vermelho. Mas logo vi que o barato saíra caro. Pouco tempo de “diversão” e o visor estragou. Troquei por outro. Meses depois, lá estava eu, novamente, na assistência técnica. Problemas com o teclado. Consertado. Levei-o novamente – já nem me lembro o motivo, mas, certamente, um que uma marca boa não apresentaria. Arrumado, ufa.
Agora, depois de um bom tempo sem levá-lo ao médico, ele sofre de mais uma doença: está sobrecarregado. Hã? Calma, uma mera metáfora. Na verdade, os aparelhos da Sony Ericsson apresentam uma única entrada para três funções: cabo USB, carregador e fone de ouvido. Utilizo-os muito. Assim, esta área ficou frouxa, já não prende mais o plugue do cabo que está se conectando ao celular.
Sendo assim, em meio a tantas outras marcas neste mercado de telefonia móvel, recomendo outras marcas. Com certeza, as visitas ao médico se reduzirão, além de conservar seus cabelos, já que o estresse diminuirá.
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domingo, 8 de maio de 2011
Pequenas ações
Embora a regra seja não pichar e rabiscar muros, regras sempre têm exceções. E essa foi uma exceção bem sucedida.
Sendo assim, fica a dica: não jogue lixo no chão. E se vir alguém jogando, advirta-o.
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Mãe
Como pode caber em uma palavra tão pequena um significado tão grande?
Amor!
Como pode caber um uma palavra tão pequena um significado tão grande?
Não copiei e colei essas frases acima: prestei-me a digitar tudo outra vez.
Pra começar, a partir do momento que nascemos, nossas mãe têm um trabalho interminável. O único momento fácil foi o de fazer-nos. Ela está sempre conosco, desde os primeiros dias de vida. Suas maiores preocupações são sempre em relação a nós. Nosso desempenho escolar, nosso entrosamento com os colegas. Crescemos, e continuam a se preocupar conosco. "Aonde vão? Com quem?" Até que chega a faculdade, casamento. Ah, como gostam, e choram com tais eventos. "Valeu a pena cada noite que eu fiquei sem dormir: agora meu filho está encaminhado!" É sempre assim. Mas há algo que duplica, triplica o amor da mãe: um neto. No neto ela vê uma continuação nossa; divide uma amor, "gera" mais amor dentro de um coração que parecia não ter mais para onde transbordar o amor que já havia dentro dele. Uma criança para ela fazer tudo aquilo que fazia conosco.
É sempre assim; e se manterá assim, para o bem de todos, pois precisamos de amor, cada dia mais. E a única fonte de amor -que não é um recurso natural finito, como o petróleo- são as nossas mães!
Feliz dia das mães!
sábado, 7 de maio de 2011
Dois lados da deficiência mental
É comum pessoas, não cidadãos, que não são deficientes estacionarem em vagas para deficientes físicos, como aconteceu em Novo Hamburgo, em que um empresário, pai de uma garota cadeirante, inconformado com o desrespeito abordou o motorista para expressar sua indignação.
Na imagem ao lado, muito sugestiva, aliás, sem qualquer ofensa aos próprios deficientes mentais, nada mais se pode pensar a respeito desse motorista, vulgarmente falando, além de que deva ter algum "problema na cabeça."
Analise a imagem e reflita.
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terça-feira, 3 de maio de 2011
Preço justo, já!
É só sairmos de casa para perceber que tudo está caro, ou, pelo menos, muito mais caro do que nos Estados Unidos, por exemplo. A gasolina, no dia em que não são cobrados os seus impostos, faz formarem-se longas filas de automóveis ao redor dos postos. Aparelhos eletro-eletrônicos integram a lista de bens de consumo caríssimos do nosso País.
Dia desses, entrando no Shopping Lindoia, na zona norte de Porto Alegre, vi um pequeno cartaz de uma loja, que dizia: "Oferta de calças; a partir de R$ 89,90." Pensei comigo, "Oi? Não entendi direito! No meu tempo ía-se na Renner ou na C&A e se achava tal roupa por R$ 49,90, em média. E o que faz com que essa calça, assim como qualquer objeto, seja vendido por um valor muito além do que o bolso de muitos pode pagar, são as altas taxas e impostos, com o perdão da redundância, impostos sobre ele.
Assim, Felipe Neto, um dos mais populares vlogueiros brasileiros, postou na internet um vídeo de protesto. E lançou uma campanha. Qual? Assista ao vídeo e faça parte!
http://www.precojustoja.com.br
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domingo, 1 de maio de 2011
Estalar os dedos
Lendo um dos blogs que considero estar entre os meus favoritos, o Blog do Oscar Filho, encontrei um post que, logo que li, pensei em mim: tenho a mania, para muitos, insuportável, de estralar os dedos o tempo todo.
Curte aí!
"Sempre tive uma mania incontrolável: estralar os dedos. Desde menino! Ah, aquele barulho que faziam meus dedos quando eram estralados...
Na sexta série até organizei um concurso de primeiro, segundo e terceiro lugar para quem melhor fizesse isso. Eu mesmo ganhei! Podem chamar de obsessão, mas, fato, é que não vivo se não estralar meus dedos. Vivia...
Minha professora de educação física não recomendava porque as juntas dos dedos poderiam engrossar, mas não conseguia seguir suas recomendações!
Até que no primeiro colegial o cosmos encarregou-se de colocar a Claudia na minha vida. Moça linda! Começamos a namorar e logo ela descobriu em mim um hábito que ela não suportava: estralar os dedos!
Tentei de tudo para parar. Anotei na agenda, amarrei fitinhas nos dedos para me lembrar, li livros de auto-ajuda... Desespero! Foi então que ela sugeriu que eu fosse ao médico. Fui e ele recomendou:
- Pare de estralar os dedos!
A crise no namoro aumentava! Ela já falava em termino caso eu não decidisse: Ou eu ou meus dedos! Que golpe baixo e vil!
Entrei numa intensa busca pessoal. Fiz de tudo: tai-chi, meditações, urinoterapia. Nada surtia resultado.
Até que um dia em minha casa, acordando, fui até o banheiro, vi meu reflexo no espelho e indaguei para a minha imagem refletida:
- Quem é você? Quem sou eu?? Quem somos nós???
E estralei os dedos. Nervoso, lavei o rosto e, ao passar as mãos por ele, tive a mais majestosa das idéias: DECEPAR OS DEDOS.
Sim! Me foi óbvia a ideia de cortar o mal pela raiz. Corri até o porão, estralei os dedos e, com uma machadinha, cortei todos. Não satisfeito e, com uma certa dificuldade, cortei também as mãos. Não pergunte como.
No momento bateu uma tristeza, pois nunca mais poderia tocar piano. Apesar de nunca ter tocado, mesmo assim era um sonho.
Claudia e eu nos casamos. Foi um pouco chata a situação dela, na frente de todos, colocando a aliança no que seria o dedo anelar do meu pé... Felicidade total! Tivemos filhos...
Até que, dois anos depois, um sentimento de solidão começou a me corroer e uma vontade crescia dentro de mim: queria voltar a sentir o saboroso gostinho do ato de estralar os meus dedos.
Foi então que descobri que poderia fazer isso com os dedos dos pés! Ah, que felicidade... Mas durou pouco tempo, pois minha esposa, mais do que imediatamente, ameaçou-me pedindo o divórcio.
Não titubeei muito e, com a mesma machadinha de outrora, "tchau tchau" dedos dos pés. Todos os onze. Eu tinha polidactilia. Mas foram apenas os dedos, afinal precisava andar.
Hoje completam cinco anos do acontecido. Posso dizer que tudo está quase bem. Estou praticamente curado. Falta apenas eu cumprir os 18 anos de reclusão restantes...
Numa noite, enquanto dormia, num ataque incontrolável, decepei os dedos de Claudia... Mas quando sair da prisão, sei que ela vai me perdoar por ter feito isso com ela. E com meus filhos também!"
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