quarta-feira, 15 de setembro de 2010

A Nova Aposta das Emissoras

Nada de CQC, Pânico na TV, Casseta & Planeta ou qualquer outro programa humorístico. A moda agora é outra: o Horário Gratuito Eleitoral. Sim, é isso mesmo. Para você que almoça em casa, dê umas risadas: assista ao Horário Político. Mas, se você não tem esse privilégio e só chega em casa à noite, não se preocupe: o Horário Político também está lá à sua espera.

Acesse o link e veja no youtube um vídeo com as pérolas da política atual.

Estilistas com uma carreira decadente, mulheres superbonitas mas que, certamente, mal sabe o que uma pessoa no cargo em que estão se candidatando devem fazer. Há também aqueles em que a carreira de humorista na televisão não dava muito certo e, por isso, resolvem fazer palhaçada na política brasileira. E não pense que a variedade de "políticos" acabou. Não, não mesmo. Ainda podemos ver os que fazem da política uma luta de vale-tudo, onde a Câmara dos Deputados viraria um ringue de luta. Porém, certamente não é de nenhum desses jeitos que se faz política. Ela é, antes de mais nada, algo sério e, por tal característica, deveria ser constituída por pessoas com ideais que interessem à toda sociedade, e não para o único motivo de muitos estarem lá: bolsos cheios no final do mês.

Uma boa forma de observar um candidato é perceber se ele exibe as propostas dele. Não entendeu? Ok. Preste atenção: muitos candidatos, principalmente os mais populares, adoram "encher linguiça", ou seja, falam, falam e não dizem nada. Por exemplo: o candidato Zezinho da Silva, do Partido Mais Popular Brasileiro, o fictício PMPB, diz que é preciso melhorar a educação, a saúde e a segurança em todo o País. Sério? Ora, isto todos nós sabemos. Por isso, já diz uma propaganda do canal pago Futura: "Questione, descubra, mude. O conhecimento é irrestível". E faça isso. PESQUISE!
    
Contudo, mesmo com tantas aparições vergonhosas neste programa, devemos observar aquelas que realmente querem contribuir para a sociedade. Interesse-se por um candidato, pesquise sobre o seu passado. Para isso há tantos meios. Podemos usar a internet, ler em jornais, mas não apenas um, pois a mídia é manipuladora e tende a favorecer alguns candidatos. Em pleno século XXI, no ano de 2010, vivendo em um mundo globalizado, não podemos votar simplesmente pela simpatia, beleza ou pelos presentinhos que nos oferecem.

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